Apesar de o tema sexualidade ser carregado de vários
tabus muitos pensadores se comprometeram a falar e a pensar o tema. Podemos
analisar e concordar que a sexualidade pode ser encarada e significada
diferentemente por muitas sociedades, e por isso afirmar em uma teoria única e
exata sobre o assunto é um grande erro, e pelo fato que o sexo foi se evoluindo
e sempre sendo caracterizado de diferentes formas nas sociedades, é difícil
fechar uma só teoria sexual.
A sexualidade como qualquer outra manifestação do
instinto humano, vai se transformando na história, ou evoluindo como defendem
os evolucionistas, que acreditam e atribuem aos fatores relacionamentais do
sexo, como uma das práticas mais primitivas de organização do homem. Outros
pensadores atribuem que a relação social do homem vai definir suas relações
sexuais.
No contexto dos primeiros antropológicos, uma
sociedade européia medieval e cristã, o sexo e suas relações eram atribuídos e
coordenados pela Igreja.
Outros teóricos atribuíram simplesmente que o sexo é
uma reação biológica e parte integral e fundamental dos instintos humanos. Este
fator biológico da espécie humana define-o diferentemente dos outros animas.
Hoje o sexo é parte pertencente a globalização, ou
seja, existem modelos e legados padronizados por uma cultura, que cada vez mais
se interessa em lucrar, e o sexo é um excelente mercado e não poderia ficar de
fora da prateleira. Mas algo que o capitalismo das relações sexuais, ou
propriamente sexo, tem para hoje, é o sentimento de liberdade e escolhas
individuais que cada humano pode atribuir a seu corpo. Ser gay, lésbica, homo,
hetero, passa a ser cada dia mais uma escolha individual e um processo interno
de valores e paixões do que um simples fator de conseqüências das relações
sociais propriamente ditas. Com o individualismo e os grandes centros cada vez
mais plurais, cada pessoa pode escolher que sexo praticar, ou como encarar suas
relações sexuais.
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