Quase um jovem morto por dia, este é o número (270) de jovens mortos de forma violenta, facada, tiro e briga corporal. Se o tarifaço (mais de 200% em aumentos nas taxas do Detran-PR) aprovado em tempo record ontem pelos deputados estaudais, pois para cobrar impostos eles aprovam rapidinho, for resolver este e outros números alarmantes da violência na Paraná, ninguém sabe. Mais o que assusta é a falta de oportunidade para os jovens mais humildes em nossa cidade, que buscam no crime, e sobre tudo nas drogas sua afirmação e seu escape de uma vida critica, competitiva e capitalista e de muitos e de grandes tamanhos desafios a serem alcançados. Falta perspectiva e confiança a esta juventude.
Deixo a matéria da RPC que foi publicada no site da G1, clique no link e veja também o vídeo da reportagem no portal.
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Mais de 270 jovens até 25 anos foram assassinados em Curitiba desde o início do ano. O número é maior que a capacidade de passageiros dos ônibus biarticulados que circulam na capital paranaense, nos quais cabem 250 pessoas. De acordo com a Polícia Civil, a maior parte dos assassinatos acontece em bairros pobres da cidade.O índice de mortos em 2011 não é diferente do que vinha sendo registrado pela polícia nos anos anteriores. Crianças, adolescentes e jovens acabam assassinados porque se envolvem cada vez mais cedo com drogas e crimes. Para Rubens Recalcatti, delegado que investiga homicídios em Curitiba, o perfil dos jovens que morrem em Curitiba é quase sempre o mesmo. “Pobre, sem cultura, família desestruturada, mora em bairros pobres, de população muito grande”, diz. Para diminuir os índices de criminalidade entre os jovens, o delegado acredita que o poder público deveria investir mais nos dos bairros onde eles moram. "O que que o jovem quer hoje também? Ele quer praticar um esporte, quer jogar um futebol, ele quer ir pra uma academia, ele quer ter uma possibilidade de ir de repente num shopping e aí ele não tem essa possibilidade, o que que vai acontecer? Ele vai ficar nas ruas, nas esquinas, nas praças e aí ele vai encontrar a droga. E ele encontrou a droga a saída é difícil. Muito difícil", avalia Recalcatti.
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